domingo, 30 de dezembro de 2007

Transposição do Rio São Francisco



Prioridade do governo Lula, o projeto de transposição do rio São Francisco é ainda motivo de polêmica. Mas, afinal, o que vem a ser essa tal de transposição?

O projeto de transposição já vem desde a época de
Dom Pedro II e é visto por muitos como a única solução para a seca na região do semi-árido nordestino. Hoje em dia, é um empreendimento do Governo Federal, orçado em R$ 4,5 bilhões, que prevê a construção de dois canais que totalizam 700 quilômetros de extensão. Tal projeto, teoricamente, irrigará a região nordeste e semi-árida do Brasil.

A polêmica criada por esse projeto tem como base o fato que se a transposição for concretizada afetará intensamente o
ecossistema ao redor de todo o rio São Francisco. Há também várias pessoas (eu estou incluída aqui) que acreditam que essa transposição só vai ajudar os grandes latifundiários nordestinos, já que grande parte do projeto passa por grandes fazendas e os problemas nordestinos não serão solucionados.

O projeto prevê a construção de dois canais, sendo que um deles, o leste, terá cerca de 210 km, e trará água ao estado de
Pernambuco e levará água também para a Paraíba. O canal norte, por sua vez, terá 402 km, e também beneficiará Pernambuco e Paraíba, além do Ceará e do Rio Grande do Norte.

O EIA-RIMA (estudo de impacto ambiental, disponível em http://www.integracao.gov.br) foi realizado por 3 empresas, que detectaram, entre outros, os seguintes impactos negativos:
1.Perda do emprego da população nas regiões desapropriadas e dos trabalhadores ao término das obras.
2.Modificação nos ecossistemas dos rios da região receptora, alterando a população de plantas e animais aquáticos.
3.Risco de redução da biodiversidade das comunidades biológicas aquáticas nativas nas bacias receptoras.
4.A desapropriação das terras e o êxodo das regiões atingidas, alterando o modo de vida e os laços comunitários de parentesco.
5.Circulação de trabalhadores por terras indígenas das etnias
Truká e Pipipã, gerando interferências indesejáveis. 6.Pressão na infra-estrutura urbana nas cidades que irão receber os trabalhadores, aumentando a demanda por moradia e serviços de saúde.


7.Risco de perda de patrimônio pois a região do projeto possui muitos sítios arqueológicos.
8.Desmatamento de 430 hectares de terra com flora nativa e possível desaparecimento do
habitat de animais terrestres habitantes destas regiões. Alguns destes animais encontram-se vulneráveis ou ameaçados de extinção regional, como o tatu-bola, a onça-pintada e o macaco-prego,.
9.Introdução de espécies de peixe prejudiciais ao homem na região, como
piranhas e pirambebas, que se alimentam de outros peixes e se reproduzem em água parada.
10.A diminuição dos volumes dos açudes provocando a redução biodiversidade de peixes.
11.Alguns rios não têm capacidade para receber o volume de água projetado, inundando os riachos paralelos.
12. Modificação no regime fluvial do Rio São Francisco.
13.Redução da geração de energia elétrica no Rio São Francisco.
14.Perda das receitas municipais que são pagos como compensação aos municípios onde se concentram as usinas hidrelétricas. (é aqui que se concentram as maiores brigas entre os municípios afetados).
15.Risco de
eutrofização dos novos reservatórios. (Eutrofização é o excesso de nutrientes em um corpo d’água fechado, o que faz aumentar a população de algas e, conseqüentemente, deterioração da qualidade da água no local)
16.Especulação imobiliária ao longo das várzeas por onde passarão os canais.
Este estudo de impacto ambiental se refere somente aos eixos a serem implementados. Os estudos sobre os impactos na bacia doadora não foram efetuados. A ausência de estudos sobre os impactos na foz também é questionada. Além disso, sempre em empreendimentos de grande porte, há a necessidade de compensações ambientais e medidas mitigadoras, o que não aparece nesse estudo claramente (o que será feito e quem o fará).
Lendo o EIA/RIMA sobre a transposição do São Francisco, fica claro que o relatório não é neutro como deveria ser e é a favor da transposição. Além disso, afirma que se não houver a transposição, não haverá crescimento econômico (crescimento para quem? e crescimento econômico depende só da água?)
Bem, levando-se em consideração que o ministro da integração nacional, Geddel Quadros Vieira Lima, é baiano do PMDB, pecuarista e produtor de cacau, fico com a pulga atrás da orelha. A meu ver, a transposição é muito mais política do que realmente necessária.
Outras informações: O rio São Francisco nasce na Serra da Canastra, em Minas Gerais, e deságua no Oceano Atlântico entre os estados de Alagoas e Sergipe. Possui cerca de 2800 km de extensão, com 75% de sua vazão gerada em
Minas Gerais e a área compreendida entre a fronteira de Minas Gerais e Bahia (a cidade de Juazeiro), representando 45% do vale e contribuindo com apenas 20% da vazão anual.
O rio banha cinco
estados, recebendo água de 90 afluentes pela margem direita e 78 afluentes pela margem esquerda, sendo 99 deles perenes (que não seca durante o período de seca). É um rio de grande importância econômica, social e cultural para os estados que atravessa.

Foto minha tirada na divisa dos estados de Sergipe e Alagoas.
Denise

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Série "Árvores da Mata Atlântica" - 13: Suinã



Nome científico: Erythrina falcata Benth
Família:Leguminosae-Papilionoideae


Características:
· altura: 10 a 20 m;
· folhas: Compostas, trifoliadas, grandes, até 12 cm;
· flor: Vermelho vivo, em cachos;
· fruto: Vagem marrom com uma a três sementes. Quando madura ela permanece aberta na árvore durante algum tempo, exibindo o interior branco;
Ocorrência: BA, GO, MG, MS, MT na Floresta estacional semidecidual.



Outras informações:
Existem vários tipos de Erythrinas, com nomes populares variando entre Eritrina, Suinã, Mulungu, Corticeira, Crista de galo, etc. Em comum tem a floração vistosa, quase sempre vermelha, folhas com três folíolos, a madeira macia, na maioria das espécies com espinhos.
O nome científico vem do latim: erythros (vermelho) em referência à cor das flores.
Espécie de grande porte, com espinhos, conhecida pelo seu aspecto quando em flor. Perde todas as folhas e se cobre de flores vermelhas. A germinação se dá por sementes ou estaquia.
É uma árvore recomendada para a recuperação de matas ciliares e de ecossistemas degradados e na manutenção da fauna silvestre, pois suas flores atraem aves. É recomendada também para o sombreamento de culturas perenes, como o cacau.
A madeira leve, branca ou amarelada, não tem durabilidade e usada geralmente na confecção de palitos, brinquedos, estojos, tamancos, fósforos e urnas funerárias. A exuberante beleza das árvores fazem do mulungu uma espécie altamente decorativa.
O mulungu, assim como cerca de 51 espécies dentro do gênero Erythrina, produz alcalóides do grupo curare, utilizado pelos índios para entorpecer os peixes. Na medicina popular, a casca e as sementes são usadas como calmante de tosse e nas afecções bucais. É também empregada nas doenças de fígado.
OBS: Floresta Estacional Semidecidual: constitui vegetação típica do bioma mata atlântica, estando condicionada pela dupla sazonalidade climática, perdendo parte das folhas (20 a 50%) nos períodos secos. O grau de decidualidade, isto é, a perda das folhas, é dependente da intensidade e duração das temperaturas mínimas e máximas e da deficiência do balanço hídrico.

Foto minha tirada no Jardim Botânico de São Paulo.

Denise

ALGUMAS DICAS PARA ECONOMIZAR ENERGIA E PROTEGER O PLANETA

1. TAMPE SUAS PANELAS ENQUANTO COZINHA. Parece obvio, não é? E émesmo! Ao tampar as panelas enquanto cozinha você aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar.
2. APRENDA A COZINHAR EM PANELA DE PRESSÃO. Acredite: dá para cozinhar tudo em panela de pressão: feijão, arroz, macarrão, carne,peixe etc... Muito mais rápido e economizando 70% de gás.
3. COZINHE COM FOGO MÍNIMO. Se você não faltou às aulas de física no 2º grau você sabe: não adianta, por mais que você aumente o fogo, sua comida não vai cozinhar mais depressa, pois a água não ultrapassa100ºC em uma panela comum.
4. ANTES DE COZINHAR, RETIRE DA GELADEIRA TODOS OS INGREDIENTES DE UMASÓ VEZ. Evite o abre-fecha da geladeira.
5. TROQUE SUAS LÂMPADAS INCANDESCENTES POR FLUORESCENTES. Lâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que as incandescentes. Assim,você economizará 136 quilos de gás carbônico anualmente.
6. ESCOLHA ELETRODOMÉSTICOS DE BAIXO CONSUMO ENERGÉTICO. Procure por aparelhos com o selo do Procel (no caso de nacionais) ou Energy Star(no caso de importados).
7. DESCONGELE GELADEIRAS E FREEZERS ANTIGOS A CADA 15 OU 20 DIAS. O excesso de gelo reduz a circulação de ar frio no aparelho, fazendo que gaste mais energia para compensar.
8. TOME BANHO DE CHUVEIRO. E de preferência, rápido. Um banho de banheira consome até quatro vezes mais energia e água que um chuveiro.
9. UTILIZE UMA SACOLA PARA AS COMPRAS. Sacolinhas plásticas descartáveis são um dos grandes inimigos do meio-ambiente. Elas não apenas liberam gás carbônico e metano na atmosfera, como também poluem o solo e o mar. Quando for ao supermercado, leve uma sacola de feira.
10. DESLIGUE O COMPUTADOR. Muita gente tem o péssimo hábito de deixar o computador de casa ou da empresa ligado ininterruptamente, às vezes fazendo downloads, às vezes simplesmente por comodidade. Desligue o computador sempre que for ficar mais de 2 horas sem utilizá-lo e o monitor por até quinze minutos.

Denise

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

domingo, 16 de dezembro de 2007

Série "Árvores da Mata Atlântica" - 12: Jabuticabeira


Nome científico: Myrciaria cauliflora
Família: Myrtaceae
Ocorrência: Florestas Ombrófilas densas de MG, MS, PR, RS, SC, SP.
Características:
· altura: de 10 a 15 m;
· folhas: pequenas, opostas, lanceoladas, vermelhas quando novas e, posteriormente, verdes.
· flores: pequenas e brancas.
· fruto: pequeno, redondo, liso, preto, doce e saboroso.
Floração: floresce durante os meses de julho-agosto, novembro-dezembro.
Frutificação: os frutos amadurecem em agosto-setembro e janeiro-fevereiro.

Outras informações: O nome jabuticaba vem do tupi e significa o lugar onde o jabuti se esconde.
É uma das árvores mais cultivadas nos pomares domésticos brasileiros. Seus frutos pequenos, de casca negra e polpa branca, crescem no tronco e nos ramos, dando uma característica peculiar à árvore. Produz grande quantidade de frutos duas ou mais vezes por ano. O fruto é consumido in natura ou utilizado para fazer licores, doces e geléias. Muitos pássaros se alimentam deste fruto.
A madeira é utilizada na construção civil e como lenha.
A jabuticabeira é uma árvore de grande longevidade, podendo produzir por mais de 30 anos. Seu crescimento é lento e a árvore demora a dar frutos (cerca de 6 anos após o plantio). Uma jabuticabeira pode produzir até 800 kg de frutos por ano!
Seu plantio deve ser feito na época das chuvas. A jabuticabeira pode ser propagada pelas sementes, através de estacas (retirada de um ramo da árvore mãe na primavera) ou enxertos. Neste último caso, a árvore terá a copa menor e produzirá menos frutos.
No final de outubro e início de novembro, ocorre o Festival da Jabuticaba em Sabará, MG. Algumas casas abrem as portas de seus quintais para que o visitante possa colher o fruto no pé.
Eu e minha irmã tivemos o privilégio de comer jabuticaba no pé em São José do Rio Pardo. Deu até água na boca!
Foto minha tirada no Jardim Botânico de São Paulo.
Denise

sábado, 15 de dezembro de 2007

Projeto Tangará

A Tintas Coral, integrante do grupo britânico ICI Paints, lançou nesta terça-feira (11 de dezembro) a Reserva Tangará, projeto de restauração florestal urbana desenvolvido com o apoio da SOS Mata Atlântica. Nos próximos três anos, a empresa irá substituir, gradualmente, os eucaliptos da mata localizada em sua fábrica em Mauá (SP) por espécies nativas de Mata Atlântica. O investimento será custeado pela venda dos eucaliptos para o setor de produção de papel e celulose. Atualmente, a fábrica da Tintas Coral em Mauá possui cerca de 700 mil metros quadrados de Mata Atlântica conservada, que não pode ser considerada nativa justamente por causa dos eucaliptos plantados por proprietários anteriores. O espaço abriga uma nascente que abastece o lago de onde é retirada toda a água usada na unidade fabril. O local possui 162 espécies da flora, inclusive espécies ameaçadas de extinção, 88 espécies de aves e 11 de mamíferos. Durante as etapas do projeto, serão cultivadas espécies vulneráveis da Mata Atlântica em viveiros, os eucaliptos serão extraídos de forma ecologicamente correta e a fauna, a flora e a qualidade da água serão monitoradas.
A Fundação SOS Mata Atlântica e a Tintas Coral são parceiras desde 2003 e juntas desenvolvem ações de educação ambiental e voluntariado.
Denise

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Sebastião Salgado



Sebastião Salgado é mineiro de Aimorés, local onde nasceu em 1944. Fez economia e decidiu se dedicar à fotografia em 1973. É adepto da fotografia engajada e é reconhecido mundialmente por suas fotos em preto e branco.
Suas viagens deram origem aos livros Outras Américas (1986), Sahel: o Homem em Pânico (1986), Trabalhadores (1993), Terra: Luta dos Sem-Terra (1997- os direitos autorais da edição brasileira foram doados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra.), Êxodos e Crianças (2000).
Todo o seu trabalho retrata a globalização, a liberação econômica e a atual condição humana de nosso planeta.
Segundo Salgado, suas fotografias servem para provocar um debate sobre a condição humana do ponto de vista dos povos de todo o mundo (Salgado é um economista influenciado pelo marxismo e, portanto, fotografa com toda a carga ideológica).
Definitivamente, Salgado é um incansável como nós.

Denise

video

domingo, 9 de dezembro de 2007

Seja voluntário por um dia: a ação

Ontem, ocorreu o mutirão no Jardim das Gaivotas, bairro situado à beira da represa Billings. Foi um dia intenso, com muito trabalho pesado, principalmente para os rapazes. Fomos recebidos pelo pessoal da ONG Vento em Popa, que atua na região desde 2003 e tem um projeto para ensinar as crianças a velejar, além de oficinas de leitura. O Fred, presidente da ONG e muito querido pelos moradores, recebeu o grupo da SOS e da Unimed.
O bairro Jardim das Gaivotas tem cerca de 200.000 habitantes e fica na Península do Cocaia, às margens da represa Billings, no distrito do Grajaú, zona sul da cidade de São Paulo. Segundo o Centro de Estudos da Metrópole, o Grajaú compõe o grupo de áreas com a população mais pobre, menos escolarizada e com o mais alto desemprego da metrópole.
Por se tratar de uma área de mananciais, existem muitas barreiras jurídicas para a chegada de infra-estrutura, como escolas e saneamento básico. O esgoto cai direto na represa.
O objetivo do mutirão, além de realizar limpeza e plantio de árvores, foi também envolver a população na recuperação e preservação da represa.
Na comunidade, conhecemos também o projeto Imargem, liderado pelo mestre Tim, um cara extremamente engajado e politizado. A Imargem (arte marginal às margens da Billings) dá aulas de arte e graffiti para as crianças e jovens, modifica a paisagem com sua arte e tem um projeto para construir um cineclube, que depende ainda de patrocínio. Veja um pouco do que eles fazem no vídeo em anexo.
Denise


video

Série "Árvores da Mata Atlântica" - 11: Copaíba


Nome científico: Copaifera langsdorffii Desf.
Família: Caesalpinaceae
Ocorrência: Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná.
Características:
· altura: 10 a 15 m, podendo chegar na mata a até 35 m;
· folhas: Compostas pinadas, oito folíolos de 6 cm;
· flores: Pequenas, em cacho, brancas;
· fruto: Pequeno, duro, marrom claro, abre-se quando maduro expondo uma a duas sementes.
Floração: entre os meses de dezembro e março.
Frutificação: amadurecem em agosto-setembro com a planta quase sem folhas.

Outras informações: A madeira é moderadamente pesada, medianamente resistente e é indicada para a construção civil, como vigas, caibros, ripas, batente de portas e janelas; para confecção de móveis e peças torneadas, como coronhas de armas, cabos de ferramentas e de vassouras.
Árvore também muito procurada pelas propriedades medicinais. O óleo da copaíba é famoso. A árvore fornece uma ótima sombra e pode ser utilizada no paisagismo urbano. É também útil para plantios em áreas degradadas de preservação permanente.
Apresenta um crescimento lento, com produtividade máxima obtida em plantios aos 14 anos de idade.

(a foto usada hoje não é de autoria dos incansáveis. Foi obtida no portal "Árvores do Brasil")

Denise

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Você sabia?

. que o gasto anual mundial com perfumes é de US$ 15 bilhões ?
. que seriam necessários US$ 5 bilhões por ano para a alfabetização universal?
. que o gasto anual mundial com cruzeiros marítimos é de US$ 14 bilhões?
. que seriam necessários US$ 1,3 bilhão para vacinar todas as crianças do mundo?
. que a produção de 1 kg de carne necessita de 16000 litros de água?
. que nos últimos 50 anos, grandes frotas industriais já pescaram cerca de 90% das espécies predadoras marinhas (atum, tubarão, marlim, peixe-espada, bacalhau)?
. que consumidores do mundo gastam US$ 35 bilhões por ano em água engarrafada?
. que 1,5 bilhão de pessoas no mundo não têm acesso à água potável?
. que a produção de 1 kg de plástico PET requer 17,5 litros de água e resulta em emissões atmosféricas (18 gramas de monóxido de carbono, 40 gramas de hidrocarbonos e 2 kg de dióxido de carbono)?
. que empresas como Nike e Ralph Lauren utilizam mão de obra feminina barata na Ásia e na América Central (essas empresas chegam a pagar 13 centavos por hora trabalhada)?

Pois é. Coisas da sociedade de consumo. Pense nisso.

Denise

sábado, 1 de dezembro de 2007

Seja Voluntário por um dia



A SOS Mata Atlântica e Ong Vento em Popa convidam vocês para participar das atividades no Jardim Gaivota, bairro situado às margens da represa Billings (maior reservatório de água da região metropolitana de São Paulo).
Nesse dia, a Comunidade local juntamente com todos os voluntários vai desenvolver as seguintes atividades:


. Limpeza das margens da represa: coletar lixo e capinar o mato.
· Construção do Deck de Ginástica
· Plantio de árvores frutíferas na saída de efluentes
· Construção de equipamentos de ginástica feitos com madeira para prática de ginástica e musculação.
· Montar e instalar píer na beira da represa.
. Colocar lixeiras na beira da represa.
· Criar placas de comunicação voltadas à educação ambiental e à preservação do espaço.

Essa uma atividade aberta a todo cidadão que queira participar do dia do Voluntário.


Data: 8 de dezembro (sábado)


Horário : Início das atividades: 9 h
Término : 16 h

Participe! Maiores informações: http://www.ventoempopa.org.br/




Denise